Para estrear o meu "Me Indicaram", começo com a sugestão de leitura do meu mais novo amigo Junno Sena! E devo destacar que o garoto tem o dom de falar bem! Pois acreditem se quiser! O modo como ele expressou sua opinião sobre esta obra, é fascinante, ou seja, essa indicação vale para todos vocês! Confiram ai a indicação do Junno Sena! E não deixem de comentar!
1- Que Livro você me indicaria?
Fios de prata, escrito por Raphael Draccon, da editora Leya do gênero de fantasia.
2- Como é a história/estória com suas próprias palavras?
O livro trata de Mikael Santiago, um dos, se não for, o melhor jogador de futebol de todos os tempos, eu realmente não me interessei quando li isso, achei um tema meio bobo, mas ao continuar, adorei a história. Ela continua quando o mesmo tem que ir até o inferno por sua amada, enfrentar seus maiores medos no mundo dos sonhos e derrotar os monstros mais terríveis que vivem no escuro, em algumas vezes derrotando a única pessoa que o impedia de continuar, a si mesmo.
3- Com que nota (de 0 a 10) você avalia o Livro? O que mais gostou?
Eu dou um 8.9, sim, eu realmente amei o livro, está na minha estante de favoritos, assim como o autor, mas o livro demorou pata me instigar e tomar totalmente a minha atenção além de me deixar sem fôlego, ele o fez, é verdade, mas não sempre. O que mais gostei foi o que Raphael Draccon já fez em outros livros, como a trilogia Dragões de éter, que é misturar de tudo e trazer algo novo. Durante a minha leitura eu captei diversos exemplos culturais, que não duvido, qualquer um que tenha percebido, um exemplo é H. P. Lovecraft, Sandman de Neil Gaiman e até mesmo Thunderats (haha). É como se um nerd estivesse escrevendo para outros nerds e essa aproximidade que o autor criou foi outro aspecto que me deixou mais confortável com a leitura e me fez querer ler mais.
4- E o que mais odiou?
Apenas a sinopse (haha), eu li a sinopse e não quis ler, mesmo amando a trilogia do mesmo autor, Dragões de éter e só me decidi quando eu vi em uma entrevista com Raphael sobre a entrevista. Mas também teve partes as quais não me deixaram curioso, como já disse, que não me deram vontade de continuar e por falta de tempo, me fizeram por o livro um pouco de lado, mas quando o peguei novamente não me fez mais querer largá-lo.
5- Por que está indicando este Livro pra mim?
Tenho alguns motivos: 1. Você já ter lido livros nacionais, como alguns do Vianco e acho que o Draccon é um autor brasileiro maravilhoso e acho que estes deveriam ser mais divulgados, o mercado literário, mesmo que devagar, está crescendo; 2. O livro te faz pensar muito sobre si mesmo, os problemas do personagem te fazem pensar sobre como é a sua vida e o que você está fazendo com ela e acho interessante livros assim e 3. A escrita e o modo como Raphael tenta te envolver tem que ser visto por outras pessoas (estou parecendo um fanboy ou coisa do gênero, né?).
6- Se fosse comparar esta obra com algum outro Livro, qual estaria ali, lado a lado?
Vou fazer três comparações: A primeira é que, quem leu a trilogia não deveria parar por ela e deveria continuar lendo as obras desse autor, Fios de prata é tão bom e envolvente quanto Dragões de éter, a segunda é que eu comparia com Neil Gaiman, as HQs Sandman, não é exatamente um livro, mas deve ser levado em consideração, pois o modo como ambos os autores trazem a tona um mundo esquecido é inesquecível, tanto que eu li esse livro a um ano e não me esqueço e o terceiro é que ele é tão bem escrito quanto As Cronicas de Gelo e Fogo, sempre te puxando para algo maior.
7- Se fosse pra resumir/definir o Livro em uma frase, qual seria?
Não há vergonha no que se sonha, há vergonha em não se sonhar.
8- Algum comentário adicional?
Acho melhor não dizer mais nada, acho até mesmo que disse demais. Apenas, muito obrigado por ter me permitido escrever um pouco sobre este livro e sobre o Raphael e se ler, espero que goste (haha) Obrigado.
É isso aí gente!
Cativante o senhor Junno, não é mesmo?!
Aqui deixo os meus agradecimentos, e logo, logo compro o Livro indicado!
Curiosidade nível: pulsante! Rsrs...
Abraço a todos!
terça-feira, 4 de junho de 2013
ME INDICARAM!
Vou começar com uma "frescurinha" a mais aqui no Blog... Rsrs. Tive a ideia de criar um espaço para as pessoas poderem me indicar Livros!
Faz um tempo que entrei em contato com um leitor (que se mostrou muito interessado nesta nova ideia) e respondeu perfeitamente todas as perguntas que elaborei!
Então, é com muito orgulho que logo, logo, publico a minha primeira postagem do "Me Indicaram"! Aguardem!
Obrigado a todos!
E tá na hora de ler Livros!
Abraços! \o/
sexta-feira, 31 de maio de 2013
Já Li Metade! MORTE SÚBITA
Olá galera!
Faz tempo que não passo por aqui, e peço mil desculpas para cada um!
Hoje, com um peso enorme na consciência, decidi me dedicar e fazer esta postagem...
Bom, eu Já Li Metade de Morte Súbita (J. K. Rowling), aliás, faltam somente 109 páginas. Até cheguei a pensar em não postar, mas, COMO NÃO POSTAR TRECHOS DESSE LIVRO TÃO MARCANTE?!
(Taí o porquê do peso na consciência! Hehehe).
Chega de lero lero. Apreciem!
"A lembrança do rapaz morto por overdose caído lá no banheiro de Terri voltou à sua cabeça, flutuando naquela fumaça doce e pesada. Krystal devolveu então o cigarro a Bola e recostou a cabeça na parede de pedra, erguendo os olhos para uma nesga de céu entrecortada de folhas escuras.
Bola ficou pensando [...] Tinha nascido prematuro. Tessa havia lhe contado umas poucas coisas, embora ele mesmo jamais tivesse perguntado nada. Sabia, por exemplo, que a sua mãe de verdade era muito jovem quando ele nasceu. Talvez fosse alguém como Krystal, a garota que dava pra qualquer um na escola...
A essa altura, já estava chapado. Pôs a mão na nuca de Krystal e a puxou para perto e si. Começou a beijá-la, enfiando bem a língua na sua boca. Com a outra mão, tateou, procurando os seios da garota. A sua cabeça estava confusa, as pernas e os braços, pesados. Até o seu tato parecia afetado. Com alguma dificuldade, pôs a mão por baixo da camiseta de Krystal, tentando enfiá-la dentro do sutiã. A boca da garota estava quente [...] A excitação de Bola estava ligeiramente entorpecida, como se ele estivesse recebendo todas as informações sensoriais através de uma manta invisível. Desta vez, levou muito mais tempo para tirar a roupa de Krystal e teve dificuldades com a camisinha, porque seus dedos estavam rígidos e lentos. Lá pelas tantas, apoiou o cotovelo, com todo peso do próprio corpo, na carne macia da axila da garota, que soltou um grito de dor.
Krystal estava mais seca que da outra vez, e Bola, decidido a levar a diante o que tinha vindo fazer ali, fez força para penetrar nela. O tempo parecia lento e pegajoso, mas ele podia ouvir a própria respiração acelerada, o que o deixou tenso, porque ficou imaginando uma pessoa qualquer, agachada naquele vão escuro junto deles, espiando e ofegando no seu ouvido. Krystal gemeu um pouco. Assim, com a cabeça para trás, o nariz dela ficava bem maior, parecendo até um focinho. O garoto levantou a camiseta dela para ver aqueles seios brancos e macios sacudindo ligeiramente por baixo do sutiã aberto. Nem percebeu que ia gozar, e pareceu até que o seu grunhido de prazer tinha vindo do tal intruso".
Uma coisa que digo e repito: Rowling descreve jovens e suas atitudes como ninguém jamais poderia escrever nos tempos de hoje! Realmente apaixonante a forma como ela expõe certas situações... como por exemplo essa: o sexo com drogas entre adolescentes. É tudo minucioso. Tudo muito real.
Leeeeeiam! Porque eu vou seguir a leitura agorinha mesmo! Rsrs...
Abraços!
[Trechos retirados das páginas 257 e 258 do Livro Morte Súbita - J. K. Rowling - Editora Nova Fronteira]
[Trechos retirados das páginas 257 e 258 do Livro Morte Súbita - J. K. Rowling - Editora Nova Fronteira]
segunda-feira, 6 de maio de 2013
Lugares para Ler!
Olá seres humanos que leem! Como estão?!
Decidi fazer este post com umas fotos (bobas) para compartilhar com vocês um dos locais que costumo ir para esquecer da vida acompanhando de um bom Livro!!!
As fotos foram tiradas na Prefeitura de Sorocaba, local onde encontro raros seres humanos embaixo de árvores apreciando um bom Livro!
(Por favor, reparem no ambiente e no Livro, e desprezem o ser - nada fotogênico - que aparece nas imagens, rsrs)
(Pose de garoto intelectual)
(... Menos intelectual)
(Leitor comportado)
(Vândalo-leitor - essa ficou sexy! [Kkkk])
Bom, é isso!
E vocês, costumam ler em quais ambientes?
Compartilhem aqui conosco!
Pois sempre há um lugarzinho meio-que-especial para a leitura!
Abraços!
sábado, 4 de maio de 2013
A CULPA É DAS ESTRELAS
A CULPA É DAS ESTRELAS
Autor: John Green
Comentei em vários blogs que - enquanto eu estava lendo - esperava que minhas expectativas fossem superadas.
A mídia - como sempre faz - elevou este Livro aos céus, então, minhas expectativas estavam bem altas. E o melhor, confesso, é que este Livro me emocionou demais (não, eu não chorei, e não preciso chorar para provar isso), e sim, atendeu minhas expectativas, e me descobri uma pessoa bem mais "coração-mole" do que realmente pensava que era!
"A culpa é das estrelas" foi o segundo romance que li, do tipo: "se emocionar e pensar na vida" - o primeiro foi O lado bom da vida. E mais uma confissão: acho que tô gostando destes "romancezinhos emocionadores" (desprezem a expressão chula e errada, please, rsrs).
Bom, vamos ao que interessa?
A estória é narrada por Hazel Grace, uma garota de dezesseis anos e que tem câncer nos pulmões, e que mesmo sendo uma paciente terminal, consegue viver sua vida de uma forma bem particular.
"Particular" porque seus pensamentos e suas atitudes são bem firmes, e apesar de saber que está morrendo, se sente como uma pessoa "vivendo com câncer" e "não morrendo por causa dele", então, decide assim viver ao seu modo, sempre não querendo preocupar as pessoas que a amam.
Ela já se mostra uma pessoa bem diferente por encarar a vida, e consequentemente a morte, de uma maneira natural. Pois sim, a vida e a morte são naturais! Mas acredito que a maioria das pessoas não conseguiriam viver como Hazel (nas condições de Hazel).
Por causa dos pais, Hazel começa a participar de reuniões de jovens com problemas de saúde semelhantes, onde trocam experiências de vida, superação, e até mesmo morte. É um "grupo de apoio", pode-se dizer. E é lá que ela conhece o tão charmoso e encantador: Augustus Waters.
O galãnzinho não para de fitar Hazel, e sim, um romance está para acontecer, e ambos sabem disso.
Augustus é um ano mais velho que Hazel, e está se recuperando de câncer. Antes era jogador de basquete, mas por ter amputado sua perna (devido a doença, claro), sua vida de atleta teve que se encerrar, mas não pense que Augustus é um rapaz depressivo, pelo contrário, ele enxerga a vida do mesmo modo que você, e vive da melhor forma que pode, e é um belo "fazedor de frases construtivas sobre coisas da vida" (e o adorei do mesmo modo que adorei Hazel!).
Pois bem, os dois se apaixonam divertidamente! É um romance bem diferente daqueles que estamos acostumados a ver por aí! (Nem romancezinhos entre vampiros, lobisomens e humanos são tão diferentes nos dias atuais, se tornaram comuns demais - mas nada contra! É que Hazel e Augustus são tão divinamente humanos que dá até orgulho de sermos seres humanos!).
Pois bem, depois de uma amizade muito bonita entre eles, nasce o amor mútuo! Um amor adolescente acima de qualquer "apaixonitezinha" e "agora-faço-sexo"... É um romance muito bonito, impregnado de depressões, risos, doença, diversão, vida, e morte! E o bom: não é meloooso!!!
Com determinadas limitações, as vidas desses jovens vão seguindo. E como bons nerds, os dois leem um romance chamado "Uma aflição imperial" do autor (esquisitíssimo) Peter Van Houten. A estória fala de uma garotinha chamada Anna e que também está com a saúde comprometida, e que morre no final do livro (o qual é a narradora), no meio de uma frase...
Acabamos por entender a ideia de Van Houten, acredito que ele quis dizer que a vida está aí para que a morte possa se apossar abruptamente. Somos feitos para isso, a única certeza da vida, é a morte, e ela vem nos interromper a qualquer hora. [Ok, lição dada!].
Gus (o nosso Augustus, assim chamado por Hazel depois de selarem a amizade), entende a "moral da história", porém, acredita que o autor quebrou um contrato com as personagens e que a estória deveria ter um final sim! E determinados do jeito que são, conseguem falar com o autor e ir até ele para saberem o que acontece com as outras personagens da estória. E isso fica no ar como se fosse o último desejo deles. E para a decepção, deparam-se com um Van Houten muitíssimo diferente do que nós quatro imaginávamos (Hazel, Gus, eu e você).
Mas aí fica mais uma liçãozinha de vida: nem sempre tudo está ao nosso alcance, e nem sempre obteremos todas as respostas que pretendemos (mesmos para coisas simples, e mesmo nossa vida se encerrando explicitamente).
Para que eu não te canse mais (fazendo com que você não chegue ao final da resenha), não vou me prender muito ao "Uma aflição imperial" e ao "Van Houten", mas posso afirmar que ele, apesar de ser um gênio alcoólatra, tem motivos para ser tão depressivamente esquisito. Descubram o porquê no Livro!
Pois bem, decepcionados com a recepção do autor de UAI, decidem aproveitar a viagem (ah é, esqueci de dizer que eles estão em Amsterdam - um local tão "alagado" quanto os pulmões de nossa querida Hazel! Ótima escolha do autor!).
O tempo vai passando, e a saúde só piorando, mas o romance vai fluindo, até que... (Só John Green para revelar isso para você, meu caro-amigo-leitor)!
Vale falar também do Isaac, o amigo em comum dos dois, que aceita de forma humana a sua cegueira, pois sim, ele teve câncer nos olhos. Adorei a parte dos "troféus-destroçados" e dos "ovos arremessados" (quem leu sabe do que eu tô falando, hehehe).
Bom, agora falando sobre o Livro em si.
- A capa é muito bonita, simples, e instigante.
- A forma de escrita de John Green é apaixonantemente perfeita! Juro, virei fã de seu jeito de escrever! Ele é muito bom, fazendo com que a leitura flua gostosamente [rsrs].
- O Livro é bem diagramado, e curtinho, dá pra ler num final de semana.
E ah, agora preciso dizer: eu estava morrendo de medo de John encerrar sua narrativa no meio de uma frase de Hazel! Até que não seria má ideia, pois faria muitíssimo sentido! Mas fiquem tranquilos! John não fez como Van Houten!
Com toda certeza do world, Green recebeu vários e-mails perguntando sobre as coisas além do Livro, como por exemplo: "O que acontece com todo mundo depois do fim?". Já li alguns depoimentos dele quanto a isso, e ele responde com as palavras de Van Houten (taí uma boa semelhança, além de serem autores, rsrs)...
Não me envergonho de dizer que não entendi o título do Livro! Pesquisei o seu sentido através do título original: "The fault in our stars", e foi aí então que gostei mais ainda da estória (e vale comentar que as traduções de títulos no Brasil "assassinam" sentidos importantes! Assim como fizeram com "The casual vacancy" da minha amada J. K. Rowling, que ficou como "Morte Súbita", mas depois falamos nisso)!
E é com as próprias palavras do sr. John Green, que posto o significado do título de sua obra!
"Bem, na frase de Shakespeare, 'estrelas' significam 'destino'. No texto original, o nobre romano Cássio diz a Bruto: 'A culpa, meu caro Bruto, não é de nossas estrelas / Mas de nós mesmos, que consentimos em ser inferiores.' Ou seja, não há nada de errado com o destino; o problema somos nós.
Bem, isso é válido quando estamos falando de Bruto e de Cássio. Mas não quando estamos falando de outras pessoas. Muitas delas sofrem desnecessariamente, não porque fizeram algo de errado nem porque são más ou sei lá o quê, mas porque dão azar. Na verdade, as estrelas têm muita culpa, sim, e eu quis escrever um livro sobre como vivemos num mundo que não é justo, e sobre ser ou não possível viver uma vida plena e significativa mesmo que não se chegue a vivê-la num grande palco, como Cássio e Bruto".
(disponível em: http://www.aculpaedasestrelas.com.br)
Acessem o link acima, vocês vão adorar as tantas outras respostas que John Green nos deixa.
Dou nota 9 ao Livro! Virei fã de Green, vou procurar outros títulos seus, e até pesquisar sobre o seu tão falado canal no YouTube (em parceria com seu irmão).
LIVRO RECOMENDADÍSSIMO!
E antes de encerrar, adorei a forma de Hazel e Gus encararem o "sempre"! Eu vivo falando que "Sempre, é muito tempo". Portanto, concordo plenamente com esses dois. Então, como o "sempre" deles não é o "eterno sempre", eles dizem: "Ok" no lugar dessa palavra de tanto peso. (Tá sendo comum vários posts contendo o simples diálogo: "Ok?" "Ok", então, se você ainda não sabia, é isso).
E como não rir (litros) de Felipe?
Felipe é o cilindro de oxigênio de Hazel, e ela o chama de Felipe, pelo simples fato de o objeto ter cara de Felipe [Kkkkkkk]!
Leiam "A culpa é das estrelas"! Vale muito a pena. Vocês vão adorar!
"Alguns infinitos são maiores que os outros" - Hazel Grace.
Abraços e boa leitura!
quinta-feira, 2 de maio de 2013
Primeira impressão - Morte Súbita (J. K. Rowling)
Olá meu leitores queridos!
Senti a necessidade de falar o que achei do Livro "Morte Súbita" da escritora que me inseriu no mundo literário: J. K. Rowling!
(Não é um Unboxing da vida, mas é quase!)
Vamos lá:
- O Livro é gostoso de segurar!
- A capa é meio emborrachada!
- A arte da capa é extremamente simples, clean, e bem chamativa!
- O papel usado é muito bom, tem uma qualidade muito superior a muitos Livros!
- A diagramação está perfeita!
- Os capítulos subdivididos não cansam!
- E a forma de descrever cenários, personagens, falas e principalmente pensamentos é... é "bem Rowling mesmo"!
- E ah, é meio triste dizer, mas em várias resenhas e videos-resenhas, vejo que os "tradutores do título" não se atentaram muito ao sentido de "The Casual Vacancy" (na resenha explico melhor)!

Estou adorando muito! E olha que só estou no começo!
E vocês, o que acham deste Livro? Comentem!
Senti a necessidade de falar o que achei do Livro "Morte Súbita" da escritora que me inseriu no mundo literário: J. K. Rowling!
(Não é um Unboxing da vida, mas é quase!)
Vamos lá:
- O Livro é gostoso de segurar!
- A capa é meio emborrachada!
- A arte da capa é extremamente simples, clean, e bem chamativa!
- O papel usado é muito bom, tem uma qualidade muito superior a muitos Livros!
- A diagramação está perfeita!
- Os capítulos subdivididos não cansam!
- E a forma de descrever cenários, personagens, falas e principalmente pensamentos é... é "bem Rowling mesmo"!
- E ah, é meio triste dizer, mas em várias resenhas e videos-resenhas, vejo que os "tradutores do título" não se atentaram muito ao sentido de "The Casual Vacancy" (na resenha explico melhor)!
Estou adorando muito! E olha que só estou no começo!
E vocês, o que acham deste Livro? Comentem!
quarta-feira, 1 de maio de 2013
Nova forma de postar!
Olá galera, acabei de baixar o aplicativo do Blogger no meu iPad, afim de ser mais presente!
Tendo mais mobilidade, espero que eu possa escrever muito mais para vocês, porque isso é uma coisa que adoro fazer!
Um dos motivos que me impedem de postar mais conteúdo é a falta de tempo.
Mas, espero que a partir de hoje eu diminua esse empecilho, podendo bloggar nas horas vagas em que meu bom e velho iPad esteja comigo!
Aliás, essa postagem foi feita a partir do meu device!
O que acharam?
Tendo mais mobilidade, espero que eu possa escrever muito mais para vocês, porque isso é uma coisa que adoro fazer!
Um dos motivos que me impedem de postar mais conteúdo é a falta de tempo.
Mas, espero que a partir de hoje eu diminua esse empecilho, podendo bloggar nas horas vagas em que meu bom e velho iPad esteja comigo!
Aliás, essa postagem foi feita a partir do meu device!
O que acharam?
sábado, 27 de abril de 2013
JÁ LI METADE - A CULPA É DAS ESTRELAS
Já Li Metade...
... do Livro: A culpa é das estrelas
Emoções verdadeiras representadas em simples frases, é o que sempre vejo acontecendo na narrativa de John Green.
Apreciem um pouco da estória através dos trechos que selecionei para vocês!
"- Quantas pessoas acha que morreram?
- Tipo, quantas personagens fictícias morreram neste filme fictício? Não suficiente - ele brincou.
- Não, quer dizer, tipo, desde sempre. Tipo, quantas pessoas você acha que já morreram até hoje?
- Por acaso, eu sei a resposta para essa pergunta - ele disse. - Há sete bilhões de pessoas vivas no mundo, e mais ou menos noventa e oito bilhões mortos.
- Ah - falei.
Eu achava que porque o crescimento populacional tinha sido muito acelerado, houvesse mais pessoas vivas do que todos os mortos juntos.
- Há cerca de quatorze pessoas mortas para cada vivo - ele disse.
[...]
Demorava muito tempo para que todos os cadáveres fossem identificados, imagino. Minha cabeça ainda estava encostada no ombro dele.
- Pesquisei isso uns anos atrás - o Augustus continuou. - Eu estava me perguntado se todo mundo poderia ser lembrado. Tipo, se nós nos organizássemos, e designássemos uma determinada quantidade de cadáveres para cada vivo, será que haveria pessoas vivas o suficiente para se lembrar de todos os mortos?
- E há?
- Claro. Qualquer um pode listar quatorze mortos. Mas nós somos uns pranteadores muito desorganizados, por isso acaba que muitas pessoas se lembram de Shakespeare e ninguém pensa na pessoa para quem ele escreveu o soneto cinquenta e cinco.
- É - falei.
Fiquei em silêncio por um minuto, e aí ele perguntou:
- Você quer ler alguma coisa assim?
Respondi que sim. Comecei a ler um poema chamado Uivo, de Allen Ginsberg, para minha aula de poesia, e o Gus pegou para reler o Uma aflição imperial.
[...]
- Estou apaixonado porvocê - ele disse, baixinho.
- Augustus - falei.
- Eu estou - ele disse, me encarando, e pude ver os cantos dos seus olhos se enrugando. - Estou apaixonado por você e não quero me negar o simples prazer de compartilhar algo verdadeiro. Estou apaixonado por você, e sei que o amor é apenas um grito no vácuo, e que o esquecimento é inevitável, e que estamos todos condenados ao fim, e que haverá um dia em que tudo o que fizemos voltará ao pó, e sei que o sol vai engolir a única Terra que podemos chamar de nossa, e eu estou apaixonado por você.
- Augustus - repeti, sem saber mais o que dizer.
Senti como se tudo estivesse crescendo dentro de mim, como se eu me afogasse numa alegria estranhamente dolorosa, mas não consegui dizer aquilo de volta. Não consegui falar nada. Só olhei pra ele e deixei que olhasse para mim, até que ele assentiu, comprimiu os lábios, virou para o outro lado e encostou a cabeça na janela".
[Trechos retirados das páginas 140 a 142 do Livro: A culpa é das estrelas – John Green – Editora: Intrínseca]
terça-feira, 9 de abril de 2013
O LADO BOM DA VIDA
O LADO BOM DA VIDA
Autor: MATTHEW QUICK
O que dizer desta obra tão comentada?
Bom, indo direto ao ponto, o que eu tenho pra lhes dizer é que: gostei do Livro, é bom, mas sinceramente não entendi muito bem o “ENORME alvoroço”!
Defino-a como uma estória bobinha que revela os mais profundos sentimentos.
Calma, não estou desvalorizando o Livro, só quero dizer que é uma estória inocente, leve, e repleta de lições sobre a vida. Claro, não explicitamente, mas sempre, num ponto e em outro, aprendemos a importância das coisas simples, como por exemplo: comer cereais com passas e chá, e mesmo assim considerar um jantar (encontro) divertido.
Bom, devo ser sincero e dizer que algumas coisas me irritaram profundamente!
Se eu lesse mais um:
“E-A-G-L-E-S! EAGLES!”
– Eu queimaria o Livro!
O autor usou o futebol americano com tal frequência, que me davam náuseas [Ok, exagerei, mas era irritante]. Ele poderia muito bem desvincular-se desse tema, e fazer com que Pat fosse em outros lugares ou fizesse mais coisas, mas enfim...
Mas afinal, quem é Pat?! Desculpem-me, vou apresentá-lo.
Pat Peoples é um cara que passou muitos anos numa instituição psiquiátrica e não se lembra de como foi parar lá. Mas não importa, ele só sabe de uma coisa: ama Nikki, sua ex-esposa, e seu objetivo de vida, a partir de agora, é reconquistar sua amada.
Sabendo que não foi um bom marido, ele tenta fazer tudo o que ela um dia gostaria que ele tivesse feito. Quando sai da instituição, depara-se com uma mãe emotiva, e um pai que não quer nem olhar em sua cara.
Pat não sabe como lidar com isso, e acha que está sendo um estorvo para todo mundo. Mas o que lhe mata é que ninguém ousa dizer o que aconteceu. Pat se vê de certa forma sozinho e preso em seus pensamentos, e vai tentar por si próprio, relembrar o que aconteceu, já que todos a sua volta são categóricos em se recusar a explicar o que o fez ir para “o lugar ruim”.
Pat passa a maior parte do tempo se exercitando. Ele saiu do lugar ruim determinado a se manter em forma, já que quando estava com Nikki isso não era prioridade.
Ele passa a correr com uma frequência enjoativa! Mas, para quebrar essa rotina, a estranha cunhada de seu irmão aparece sempre no horário em que ele costuma correr, e o acompanha no mais profundo silêncio. Várias vezes!
Antes de correrem juntos, Tiffany (a estranha), chorou abraçada a Pat, já que perdera seu marido num acidente, e está desde então tentando superar isso. Daí nasce uma amizade estranhamente engraçada, emocionante e depressiva.
Pat tenta se livrar de Tiffany (por seu jeito esquisito de ser), mas ela é chatamente insistente em aguardá-lo para as corridas silenciosas. E isso dura algumas semanas, até que Pat recebe uma proposta tentadora de Tiffany, e a partir daí ele passa a viver para essa proposta, pois o que ele mais deseja na vida é acabar com “o tempo separados” entre Nikki e ele.
Pat ,logicamente, concorda em participar do “planinho” de Tiffany, o qual não vou citar aqui para deixá-los curiosos [hehehe].
Os dois se saem muito bem como amigos (aos seus modos, [rsrs], já que são pessoas que de certa forma enxergam o lado bom da vida mesmo tendo sofrido traumas, e ambos têm um objetivo comum: estão em busca de uma felicidade que não parece tão próxima assim).
As partes emocionantes do Livro valem a pena. Às vezes te faz ficar com um sorrisinho no canto da boca, assim como faz você perceber certa “lacrimosidade” nos olhos.
Avalio com a nota: 7,0.
O que não gostei muito?
Bom, como havia citado: o futebol americano toma boa parte das páginas, não que eu não goste, não é isso, mas é que é repetitivo, as palavras são repetitivas. E consequentemente o humor do pai de Pat varia com o placar. Se os Eagles ganham, ele é todo “amor”, mas se perdem, ele torna-se mais rabugento, excedendo o nível de: “chato pra car...!”. Muitos vão me dizer que eu tô errado, isso e aquilo, mas vamos lá, o pai de Pat não poderia arranjar mais alguma coisa pra fazer, ao invés de martirizar sua esposa e seu filho quando seu time de futebol americano perde?
Calma, eu sei, eu sei, é só uma personagem, mas mesmo assim, me irritei. Se o autor desejou isso mesmo, ele tá de parabéns, pois senti o que ele quis passar.
Os mantras de Pat até que são legaizinhos, como por exemplo: “ser mais gentil do que ter razão”, e “Fecho os olhos, murmuro uma única nota e conto silenciosamente até dez, esvaziando minha mente”. Algumas vezes, claro, cheguei a achar que essas frases estavam frequentes demais, mas sinceramente acho que tiveram as vezes certas de aparecer, aliás, Pat não é um cara que possui uma mente saudável. Pra confirmar, ele não pode nem pensar na música “Songbird” do Kenny G que tem acessos de fúria. Porém, dá um dó, porque ele não sabe o motivo de o som ser tão torturante.
Claro, no fim do livro você fica sabendo, e um milagre acontece. Quando Pat se lembra da razão de odiar tanto Songbird de Kenny G, ele se liberta, não tendo mais acessos de fúria quando escuta o nome do artista.
Bom, vale lembrar que as conversas com Cliff, seu novo terapeuta, são bem divertidas, mas depois ficam um pouco enjoativas por causa do bendito Eagles! [Parece que tudo gira em torno dos Eagles, e não do sério problema de Pat, mas ok, vou parar de lamentar].
Devo confessar: eu imaginei como seria o final, e acabei “acertando”. Não que achei óbvio demais, mas é que eu tava mesmo inteirado na obra, e acabei não me surpreendendo muito com algumas revelações. “Acertei” sobre Nikki e as razões pelas quais a família de Pat a difamava. “Acertei” sobre Tiffany. E por incrível que pareça, dei um chute certo sobre o motivo de Pat ter sido internado no lugar ruim. Quase nada foi surpresa, pois submergi na estória como um telespectador nato, e opinei certamente [rsrs].
E sem mais delongas, por favor, quero deixar bem claro que acima de todas as irritações e enjoos [rsrs], eu gostei do Livro, e estou aqui para indicá-lo.
Obs.: não vou assistir ao filme por motivos pessoais, mas quem assistiu falou que é legal, porém, quem já leu e assistiu, disse a mesma coisa de sempre: “Prefiro o Livro”. Eu, como sou bem categórico nessa parte, digo: “Ficarei com as lembranças do Livro, e se bater uma curiosidade beeeem futura, verei o filme”...
E lógico, para fechar a resenha, digo que o final da estória foi perfeito! Não poderia ser mais realista e legal! Adoro finais felizes adaptados à realidade!!!
E todos dizem: “Eeeeehhhh!”...
Sério. Adorei o final, e até me fez esquecer das partes repetitivas e chatas do Livro! Matthew Quick está de parabéns com a estreia, e tomara que continue nos emocionando com mais Livros. [Só de lembrar-me das frases finais do Livro, sinto fisgadas de saudades, pois fazia muito tempo que não lia uma obra com um final tão realista e fiel à nossa vida, pois nem sempre o “viveram felizes para sempre” nos agrada].
E antes de encerrar essa conversa, informo que é escrito em primeira pessoa (Pat narra), é de fácil leitura, alias, ela corre solta! E adorei os nomes dos capítulos, são bem bobos e divertidos, além de serem curtinhos, o que não nos cansam.
Leiam, vocês vão adorar!
Abraços!
E ah, não se esqueçam de sempre optar pelo lado bom da vida!
quarta-feira, 13 de março de 2013
À ESPERA DO IGOR!
Meu Deus do Heaven!
Decidi separar os Livros que ainda não li, e tive uma baita surpresa!
Olhem a quantidade de Livros esperando que eu os leia!
Fiquei até emocionado com tantos órfãos! Snif... snif...
Se eu pudesse, faria um mutirão da Leitura aqui em casa, para que cada visitante pegasse um Livro e lesse!
Tadinhos!
Olhem as maravilhas que me arrancam do mundo real e fazem meus dias mais felizes!
[E que também me fazem perceber que sou compulsivo! (rsrs)].
Deus, preciso que o dia tenha no mínimo 36 horas para que eu possa ler todos eles tranquilamente!
E você?
Com certeza há Livros na sua casa esperando que você os leia.
Quer compartilhar conosco aqui no Blog?!
É hora de apreciar essa foto, se emocionar [rsrs], e pegar aquele Livro da estante que te chama todo dia, mas que por alguma razão você o deixa pra lá...
BOA LEITURA A TODOS!!!
sábado, 9 de março de 2013
NOVOS LIVROS!
Olá galera!
Blogando com meus Livros! [Hehehe]
Fiquei um tempo sem postar por aqui e no decorrer desse time eu adquiri alguns Livros (pois não consigo ficar sem manter meu delicioso vício!)...
Com vocês:
ESPÍRITOS ENTRE NÓS - James Van Praagh
ESTRADA DA NOITE - Joe Hill
Alguém aí já leu algum e gostaria de comentar? Fiquem à vontade!
Boa leitura!!!
JÁ LI METADE - LEGNA
Já Li Metade...
... do Livro: Legna
Seguem alguns trechos dessa estória repleta de emoções a flor da pele!
Qualquer sinal de depressão, não é mera coincidência... [rsrs].
“Sentei-me na calçada aos prantos. Sabia que Sayed não merecia uma lágrima derramada, mas não dava para segurar, viver sem ele estava sendo pior do que estar morta.
- Porque tem que ser assim? Por quê? – me perguntava perplexa. Era difícil aceitar que a pessoa mais importante da minha vida, meu grande amor, simplesmente sumisse assim do nada, num piscar de olhos, sem dar nenhuma explicação. Não sabia dizer se era pior viver com um abismo dentro do peito, onde o ar que aspirava parecia completamente contaminado por desilusões e aflições, ou viver sabendo que o meu ser não teve a mínima importância na vida dele, por nenhum instante, ele apenas me usou quando estava com vontade de brincar.
[...]
Sayed apareceu na minha vida como um raio cruzando o céu e iluminando meus dias, e desapareceu como um cometa, rápido e misterioso.
Meu mundo se desfez como um castelo de areia ao ser atingido pelo mar. Mar que arrastou minha alma para as profundezas do oceano.
Desde que vi Sayed pela primeira vez [...], tive uma sensação estranha, parecia que eu já o conhecia há tempos, era como se estivesse procurando por ele. Essa sensação se acentuou mais com o decorrer dos meses.
Maldito é o tempo que insiste em apagar a história da minha vida, ele parece tentar apagar letra por letra das páginas mais felizes do meu livro da vida. Sayed, o tempo, a vida, todos juntos poderiam fazer o que quiser, mas não podem por fim ao amor que perdidamente sinto por ele”.
[Trechos retirados da página 254 do Livro: Legna – Alexandre Apolca – Editora: Dracaena]
terça-feira, 5 de março de 2013
DEIXADOS PARA TRÁS - VOL. 2 - COMANDO TRIBULAÇÃO

DEIXADOS PARA TRÁS - Vol. 2 - COMANDO TRIBULAÇÃO
Autores: Tim Lahaye & Jerry B. Jenkins
Comando Tribulação é o segundo volume da série: Deixados Para Trás.
Sendo direto, gostaria de dizer que achei o primeiro mais
legal que este.
Bom, como trata-se de uma continuação – falar de séries é
sempre complicado – algumas partes ficarão como spoiler, isso é inevitável, mas vou tentar revelar o mínimo
possível.
Buck, o jornalista, e Rayford, o piloto de avião e pai de
Cloe, são convidados a trabalhar com Carpathia, e estão cada vez mais
convencidos de quem se trata esse homem, e do que ele é realmente capaz de
fazer.
Um peso paira sobre Rayford, porque Hatie Durham está,
aparentemente, apaixonada por Nicolae. E isso é terrivelmente ruim, já que Ray
foi o responsável pelos dois se conhecerem!
Bruce Barnes, o pastor da igreja Nova Esperança, aconselha
Buck e Ray a pensarem nos novos empregos, dando a entender que os mesmos devem
aceitar as propostas do homem bem mais sucedido do mundo.
Não é mistério
nenhum: eles acabam aceitando, pois querendo ou não, podem estar mais próximos
de Nicolae e pelo menos podem saber mais sobre suas malignas tramas.
Cloe não faz nada de tão extraordinário, tô tentando lembrar-me
de algo que ela fez de muito importante, porém não consigo. Ela fica como
coadjuvante neste livro. Não que ela apareça pouco, pelo contrário, ela aparece
muito, no entanto, suas aparições fogem do foco: “o bem contra o mal”.
Para quem gosta de viajar em romancezinhos complicados, vai
adorar a metade do Livro, pois há uma enrolação enfadonha quanto ao casal: Buck
e Cloe! [Romance adolescente-bobo].
Demorei quase um ano para ler este Livro porque me senti
desinteressado! [Sorry pela sinceridade!].
“Lembrando que meu objetivo aqui é expor meu ponto de vista,
e de forma alguma quero que abandonem a Leitura de algum Livro – e muito menos
falar mal da estória”.
Pois bem, “voltando à vaca fria”: Nicolae, como sempre, está
conquistando cada vez mais o mundo! Apesar de que muitas pessoas se converteram
ao cristianismo por causa dos dois pregadores da palavra de Deus no muro das
lamentações.
Se não fosse o finalzinho do Livro, juro que classificaria
com nota 3,0 (numa escala de 0 a 10)!
Só que, como veio uma grande surpresa [nem tão grande assim
porque de uma forma ou de outra eu já esperava], vou dar nota: 5,0!
Uma pessoa bem conhecida morre! E o Comando Tribulação vai
ter que seguir em frente, independente da perda, pois tempos devastadores estão
por vir, e a destruição vai começar.
E vale comentar que Rayford terá uma nova companheira. Ou
seja, o mini-grupo de seguidores de Deus, conhecedores da verdade, voltará a
ser um quarteto.
Espero, de verdade, que o terceiro volume da série seja mais
dinâmico, pois, querendo ou não, eu tenho a coleção inteira (de 16 Livros) e
não quero nem pensar em ter feito um mal negócio por causa da trama!
Boa leitura a todos!
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