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sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

LEGNA - Alexandre Apolca

LEGNA

Alexandre Apolca

Eu li o Livro Legna, do Alexandre Apolca, faz um bom tempo, e tá mais do que na hora de falar sobre ele.

Comprei meu exemplar através do próprio autor, pois eu queria o meu autografado [Hehehe]!

Bom, eu sei que é algo meio estranho de se falar, porém, acho interessante não ler a sinopse primeiro, pois o autor nos revelou muito do que acontece, fazendo com que nós saibamos toda a “base” da estória, mas isso não quer dizer que não seja boa, ou que você irá desistir de ler o Livro por causa da sinopse, não é isso, mas acho que haverá mais surpresas se deixar a sinopse de lado [Hehehe]...

Enfim, o Livro conta a história de Legna, uma garota [linda] com a vida pacata, e aparentemente sem nenhum objetivo de vida. Ela não se mostra tão carismática e muito menos uma heroína, é muito pelo contrário, a monotonia que a cerca a deixa muito “comunzinha” e acredite, você se pega até gostando dela por ser tão humana como você! Acredito que o Apolca tenha acertado nisso!

Pois bem, Legna acaba conhecendo Sayed, numa rede social, e um interesse mútuo se faz. Os dois se conversam e acabam se conhecendo pessoalmente.

Sayed é todo esquisito, atraente, diferente, perfeito, misterioso e não humano!!!

Legna, que já suspeitava, estava certa, ele era mais especial do que um ser humano comum.

Mas mesmo assim, o amor nasce, e os dois dão início a um romance açucarado.

Uma das coisas que mais gostei e odiei ao mesmo tempo, é o “extremo de emoções” que Alexandre Apolca impregnou em seu Livro, pois quando a vida de Legna está monótona, você tem vontade de parar de ler, abandonar a leitura, pois de certa forma te atinge também.

Segunda fase extrema: quando o casal perfeito está feliz, você sente náuseas de tanto romantismo. É algo sobrenatural mesmo, uma ligação quase que divina entre os dois. Legna, quando está feliz, é fantasticamente atraente. Se você gosta de romantismo, creio que a dose aplicada está mais que suficiente para você se sentir nas nuvens, assim como Legna. Tudo é amor, tudo é lindo...

Quando ela vai apresentar o noivo [sim, eles estão noivos já] aos pais ocupadíssimos dela, tudo muda! Sayed fica absolutamente estranho e misteriosamente some do mapa! Assim, sem mais nem menos, ele abandona tudo!

Legna não sabe o que aconteceu, fica triste, sofre muito... muito, muito, muito, e entra em profunda depressão!

Taí mais um ponto muito bem objetivado do Sr. Apolca, pois sim, você se pega sendo negativo quando chega nessa parte da estória. Você sente tédio, tristeza, fica meio depressivo, porque querendo ou não, Legna é tão exagerada, que suas palavras impactam muito. Seu coração fica pesado e deseja que ela acabe com tudo isso! Ela deseja a morte, e você também deseja sua morte. Você quer que tudo acabe, você deseja que ela morra rapidamente! Você deseja encontrá-la e matá-la para que seu sofrimento acabe [e o seu também, rsrs].

E, desculpe o spoiler, ela até tenta suicídio! E você torce para que seja uma morte trágica, porque assim como ela pensa: “não existe vida sem Sayed”...

Para deixar aquele arzinho instigador, o motivo pelo qual Sayed some, é porque tudo indica que Legna e ele estão praticando incesto [relação entre parentes próximos]... pronto, só isso que irei dizer... se quiser saber o “grau de incesto”, por favor, leia [rsrs]!

Pois bem, tudo não passa de um mal entendido. Sayed interpretou a história pelo ângulo “lógico” e acabou se precipitado. E Legna, apesar de tentar se matar e não conseguir (pois até nisso a coitada tem azar), acaba acontecendo algo. Vamos chamar de “um acidente”. E confesso, adorei essa “quebra-de-gelo” que Apolca deu. Uma nova versão de Legna surge, e acreditem, por mais punk e porra-louca que ela seja, eu adorei a “nova Legna” (e aqui um desabafo: pena que não dura muito tempo, mas enfim...).

Há personagens secundários com personalidades fortes, cada um com seu jeito de ser, mas o que mais chama a atenção é o pobre Alesi, que faz de tudo por Legna, devido ao seu amor platônico, e vive na tristeza quando há “Sayed” por perto. Ele sofre, mas é divertido!

Fora o outro amigo de Sayed, que também não é “normal”... mas essa parte sobrenatural prefiro que descubra lendo o Livro! Uma história sobre sangues azuis está por vir!!!

Bom, não posso dizer muito mais que isso, senão eu estaria fazendo que nem a sinopse original do Livro: revelando segredos além do necessário.

Agora pergunto: Legna voltará a ser ela novamente? Sayed entenderá o mal entendido que se instalou e voltará? Eles ficarão juntos? Você acredita em finais felizes?

Essas e outras perguntas serão respondidas no Livro. Leiam!

E ah, não achou o nome de “Legna” muito estranho não? [Hehehe].

E não posso deixar de comentar: o Livro é contado a partir da visão da própria Legna, e posso afirmar que o autor se deu bem ao desenvolver a narrativa feminina. Parabéns Alexandre!

P.S.: Encontrei a Sinopse revisada [no Skoob], essa você poderá ler tranquilamente:
  
“Este livro conta a história de Legna Philps, uma garota que larga sua pacata vida em Miami para viver em Paris, onde ela começa um grande romance com Sayed Nasser, um garoto conhecido pela internet. Com o passar do tempo, ela percebe que ele não é normal! Sayed a abandona sem nenhuma explicação, a partir disso, sua vida muda completamente. Em meio à profunda depressão, ela descobre o misterioso segredo dele, e mais, descobre que há algo terrível amaldiçoando essa relação. A perturbação de Legna poderá levá-la a vícios, distúrbios psicóticos, e até a morte... Será que esta maldição é verídica ou apenas uma mera confusão? Legna irá superar tudo para viver ao lado do homem que ama? De onde vem esse intrínseco sentimento entre eles? Qual a explicação para os fatos sobrenaturais que a acompanha desde criança? As respostas estão neste livro, que envolve alquimia, romance, e a fascinante Atlântida...”

E aqui vai uma observação importante: o estoque de Livros, segundo diz o autor em seu blog, se esgotou, por isso, se você quiser ler e comprar, terá que entrar em contato diretamente com ele, aqui está o endereço: http://apolca.blogspot.com.br .

Espero que tenha gostado! Boa leitura!

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

O ESPIÃO - Clive Cussler (e Justin Scott)


AUTORES: CLIVE CUSSLER e JUSTIN SCOTT.

Este foi o primeiro Livro que li do autor: Clive Cussler.

É uma estória no melhor estilo Noir, com muitos detalhes e super bem escrito em termos de diálogos, ambientação, e detalhamento técnico dos assuntos abordados...

Pra começo de conversa, deixo com vocês, a sinopse:

"É 1908 e acumulam-se tensões internacionais enquanto o mundo caminha inexoravelmente para a guerra. Após um talentoso projetista de canhões de couraçados morrer em um aparente suicídio, sua filha, angustiada, recorre à lendária Agência Van Dorn para limpar o nome do pai. Van Dorn põe seu principal investigador no caso, Isaac Bell, que logo percebe que as pistas apontam não para suicídio, mas para assassinato. E quando se seguem outras mortes mais suspeitas, fica evidente que alguém — um ardiloso espião — está orquestrando a eliminação das mentes tecnológicas mais brilhantes... Mas isso é apenas o começo".

Bom, o enredo é rico em detalhes, como já deu pra perceber, e uma coisa me deixou super perdido: centenas de personagens aparecem na trama (tudo bem, exagerei um pouco), mas os autores deixaram tantos personagens característicos espalhados na estória que me perdi diversas vezes.

Levei muito tempo para terminar a leitura deste Livro, pois algumas horas eu não estava com paciência de ouvir falar sobre a Marinha, cascos, submarinos, navios, e mar (hahaha), pois como poucos sabem, trabalho numa empresa onde temos a Marinha como cliente, e sou um auxiliar de faz tudo que escuta isso o dia inteiro (hahaha)... Então, às vezes eu não me sentia relaxando, e sim: lembrando do trabalho (deixa meu chefe ver isso! Aliás, foi o mesmo quem me emprestou o Livro! Obrigado! Hehehe!)...

Voltando: gostaria de dizer que no geral gostei do Livro. Classificaria com nota 5 (numa escala de 0 a 10). Não me xinguem fãs de O Espião, mas estou simplesmente dando minhas opiniões... Mais abaixo, os motivos de eu não ter dado uma nota mais alta:

Uma das coisas que me incomodou um pouco, sabe o que foi? É revelado muito rápido quem é o "ardiloso e impiedoso Espião" (esperava uma coisa mais: "Ooohh, então é ele?!", mas ok, nada que tenha estragado o Livro)!

E mais uma coisa me deixou "meio assim", há bastante suspense, coisa que eu amo de paixão! Porém, dura pouco! Aaaahhh... Como assim? Bom, usarei de um exemplo bobo mas acho que vocês poderão entender facilmente: 

Pois bem, estou no capítulo 10, o Espião decide pôr uma bomba no quarto do Detetive, arquiteta um plano e tem sucesso na "ação do plano"... Dai vem o capítulo 11, onde o Detetive suspeita que há algo de errado no seu quarto... E inteligentemente, no capítulo 12, ele descobre a bomba, se salva, e ainda desconfia quem está por trás e vai à sua busca!

O que eu quis dizer? Bom, quis dizer que tudo acontece muito rápido... No estilo: "toma lá, dá cá"... Como se fosse um joguinho de caça (se bem que é exatamente esse o tema do Livro, hehehe!).

Posso garantir que há muita busca, investigação, mortes para dar e vender, sangue, muitas embarcações e termos técnicos envolvidos a elas, e sim: a bendita História, onde entra todo o lance de Guerra, poderes, rivalidade entre países e patriotismo! (Sou péssimo em Geografia e História, então, essas partes foram maçantes para mim, e creio que meu desinteresse em algumas partes esteja ligado à elas - matérias que jamais entraram na minha cabeça... [sentindo-se triste]...)

Vale dizer que as personagens foram criadas com perfeição. Isaac Bell, o detetive mais corajoso, habilidoso, e super "fodão" da Van Dorn, foi bem criado, e conquista seus leitores por seu modo de agir, possui um estilo charmoso, ser cheio da grana, romântico e apaixonado. Características que o  torna originalmente exclusivo (hehehe).

Bom, adoro suspenses, porém, não foi um dos melhores Livros do gênero que li... Prefiro algo mais atual, do tipo: Stieg Larsson, Dan Brown, Harlan Coben (e vale lembrá-los que clássicos de crimes e espionagens: só Agatha Christie por enquanto, rsrs)!

Quem adora o estilo Suspense Noir, navios, submarinos, História, enredo bem criado e detalhes marcantes, com uma porrada de ação, vai adorar O Espião!

Espero que gostem!
E sorry pela fraca resenha =(

sábado, 4 de maio de 2013

A CULPA É DAS ESTRELAS

A CULPA É DAS ESTRELAS

Autor: John Green

Comentei em vários blogs que - enquanto eu estava lendo - esperava que minhas expectativas fossem superadas.

A mídia - como sempre faz - elevou este Livro aos céus, então, minhas expectativas estavam bem altas. E o melhor, confesso, é que este Livro me emocionou demais (não, eu não chorei, e não preciso chorar para provar isso), e sim, atendeu minhas expectativas, e me descobri uma pessoa bem mais "coração-mole" do que realmente pensava que era!

"A culpa é das estrelas" foi o segundo romance que li, do tipo: "se emocionar e pensar na vida" - o primeiro foi O lado bom da vida. E mais uma confissão: acho que tô gostando destes "romancezinhos emocionadores" (desprezem a expressão chula e errada, please, rsrs).

Bom, vamos ao que interessa?

A estória é narrada por Hazel Grace, uma garota de dezesseis anos e que tem câncer nos pulmões, e que mesmo sendo uma paciente terminal, consegue viver sua vida de uma forma bem particular.

"Particular" porque seus pensamentos e suas atitudes são bem firmes, e apesar de saber que está morrendo, se sente como uma pessoa "vivendo com câncer" e "não morrendo por causa dele", então, decide assim viver ao seu modo, sempre não querendo preocupar as pessoas que a amam.

Ela já se mostra uma pessoa bem diferente por encarar a vida, e consequentemente a morte, de uma maneira natural. Pois sim, a vida e a morte são naturais! Mas acredito que a maioria das pessoas não conseguiriam viver como Hazel (nas condições de Hazel).

Por causa dos pais, Hazel começa a participar de reuniões de jovens com problemas de saúde semelhantes, onde trocam experiências de vida, superação, e até mesmo morte. É um "grupo de apoio", pode-se dizer. E é lá que ela conhece o tão charmoso e encantador: Augustus Waters.

O galãnzinho não para de fitar Hazel, e sim, um romance está para acontecer, e ambos sabem disso.

Augustus é um ano mais velho que Hazel, e está se recuperando de câncer. Antes era jogador de basquete, mas por ter amputado sua perna (devido a doença, claro), sua vida de atleta teve que se encerrar, mas não pense que Augustus é um rapaz depressivo, pelo contrário, ele enxerga a vida do mesmo modo que você, e vive da melhor forma que pode, e é um belo "fazedor de frases construtivas sobre coisas da vida" (e o adorei do mesmo modo que adorei Hazel!).

Pois bem, os dois se apaixonam divertidamente! É um romance bem diferente daqueles que estamos acostumados a ver por aí! (Nem romancezinhos entre vampiros, lobisomens e humanos são tão diferentes nos dias atuais, se tornaram comuns demais - mas nada contra! É que Hazel e Augustus são tão divinamente humanos que dá até orgulho de sermos seres humanos!).

Pois bem, depois de uma amizade muito bonita entre eles, nasce o amor mútuo! Um amor adolescente acima de qualquer "apaixonitezinha" e "agora-faço-sexo"... É um romance muito bonito, impregnado de depressões, risos, doença, diversão, vida, e morte! E o bom: não é meloooso!!!

Com determinadas limitações, as vidas desses jovens vão seguindo. E como bons nerds, os dois leem um romance chamado "Uma aflição imperial" do autor (esquisitíssimo) Peter Van Houten. A estória fala de uma garotinha chamada Anna e que também está com a saúde comprometida, e que morre no final do livro (o qual é a narradora), no meio de uma frase...

Acabamos por entender a ideia de Van Houten, acredito que ele quis dizer que a vida está aí para que a morte possa se apossar abruptamente. Somos feitos para isso, a única certeza da vida, é a morte, e ela vem nos interromper a qualquer hora. [Ok, lição dada!].

Gus (o nosso Augustus, assim chamado por Hazel depois de selarem a amizade), entende a "moral da história", porém, acredita que o autor quebrou um contrato com as personagens e que a estória deveria ter um final sim! E determinados do jeito que são, conseguem falar com o autor e ir até ele para saberem o que acontece com as outras personagens da estória. E isso fica no ar como se fosse o último desejo deles. E para a decepção, deparam-se com um Van Houten muitíssimo diferente do que nós quatro imaginávamos (Hazel, Gus, eu e você).

Mas aí fica mais uma liçãozinha de vida: nem sempre tudo está ao nosso alcance, e nem sempre obteremos todas as respostas que pretendemos (mesmos para coisas simples, e mesmo nossa vida se encerrando explicitamente).

Para que eu não te canse mais (fazendo com que você não chegue ao final da resenha), não vou me prender muito ao "Uma aflição imperial" e ao "Van Houten", mas posso afirmar que ele, apesar de ser um gênio alcoólatra, tem motivos para ser tão depressivamente esquisito. Descubram o porquê no Livro!

Pois bem, decepcionados com a recepção do autor de UAI, decidem aproveitar a viagem (ah é, esqueci de dizer que eles estão em Amsterdam - um local tão "alagado" quanto os pulmões de nossa querida Hazel! Ótima escolha do autor!).

O tempo vai passando, e a saúde só piorando, mas o romance vai fluindo, até que... (Só John Green para revelar isso para você, meu caro-amigo-leitor)!

Vale falar também do Isaac, o amigo em comum dos dois, que aceita de forma humana a sua cegueira, pois sim, ele teve câncer nos olhos. Adorei a parte dos "troféus-destroçados" e dos "ovos arremessados" (quem leu sabe do que eu tô falando, hehehe).

Bom, agora falando sobre o Livro em si.

- A capa é muito bonita, simples, e instigante.
- A forma de escrita de John Green é apaixonantemente perfeita! Juro, virei fã de seu jeito de escrever! Ele é muito bom, fazendo com que a leitura flua gostosamente [rsrs].
- O Livro é bem diagramado, e curtinho, dá pra ler num final de semana.

E ah, agora preciso dizer: eu estava morrendo de medo de John encerrar sua narrativa no meio de uma frase de Hazel! Até que não seria má ideia, pois faria muitíssimo sentido! Mas fiquem tranquilos! John não fez como Van Houten!

Com toda certeza do world, Green recebeu vários e-mails perguntando sobre as coisas além do Livro, como por exemplo: "O que acontece com todo mundo depois do fim?". Já li alguns depoimentos dele quanto a isso, e ele responde com as palavras de Van Houten (taí uma boa semelhança, além de serem autores, rsrs)...

Não me envergonho de dizer que não entendi o título do Livro! Pesquisei o seu sentido através do título original: "The fault in our stars", e foi aí então que gostei mais ainda da estória (e vale comentar que as traduções de títulos no Brasil "assassinam" sentidos importantes! Assim como fizeram com "The casual vacancy" da minha amada J. K. Rowling, que ficou como "Morte Súbita", mas depois falamos nisso)!

E é com as próprias palavras do sr. John Green, que posto o significado do título de sua obra!

"Bem, na frase de Shakespeare, 'estrelas' significam 'destino'. No texto original, o nobre romano Cássio diz a Bruto: 'A culpa, meu caro Bruto, não é de nossas estrelas / Mas de nós mesmos, que consentimos em ser inferiores.' Ou seja, não há nada de errado com o destino; o problema somos nós.
Bem, isso é válido quando estamos falando de Bruto e de Cássio. Mas não quando estamos falando de outras pessoas. Muitas delas sofrem desnecessariamente, não porque fizeram algo de errado nem porque são más ou sei lá o quê, mas porque dão azar. Na verdade, as estrelas têm muita culpa, sim, e eu quis escrever um livro sobre como vivemos num mundo que não é justo, e sobre ser ou não possível viver uma vida plena e significativa mesmo que não se chegue a vivê-la num grande palco, como Cássio e Bruto".


Acessem o link acima, vocês vão adorar as tantas outras respostas que John Green nos deixa.

Dou nota 9 ao Livro! Virei fã de Green, vou procurar outros títulos seus, e até pesquisar sobre o seu tão falado canal no YouTube (em parceria com seu irmão).

LIVRO RECOMENDADÍSSIMO!

E antes de encerrar, adorei a forma de Hazel e Gus encararem o "sempre"! Eu vivo falando que "Sempre, é muito tempo". Portanto, concordo plenamente com esses dois. Então, como o "sempre" deles não é o "eterno sempre", eles dizem: "Ok" no lugar dessa palavra de tanto peso. (Tá sendo comum vários posts contendo o simples diálogo: "Ok?" "Ok", então, se você ainda não sabia, é isso).

E como não rir (litros) de Felipe?

Felipe é o cilindro de oxigênio de Hazel, e ela o chama de Felipe, pelo simples fato de o objeto ter cara de Felipe [Kkkkkkk]!

Leiam "A culpa é das estrelas"! Vale muito a pena. Vocês vão adorar!

"Alguns infinitos são maiores que os outros" - Hazel Grace.

Abraços e boa leitura!

terça-feira, 9 de abril de 2013

O LADO BOM DA VIDA


O LADO BOM DA VIDA

Autor: MATTHEW QUICK

O que dizer desta obra tão comentada?

Bom, indo direto ao ponto, o que eu tenho pra lhes dizer é que: gostei do Livro, é bom, mas sinceramente não entendi muito bem o “ENORME alvoroço”!

Defino-a como uma estória bobinha que revela os mais profundos sentimentos.

Calma, não estou desvalorizando o Livro, só quero dizer que é uma estória inocente, leve, e repleta de lições sobre a vida. Claro, não explicitamente, mas sempre, num ponto e em outro, aprendemos a importância das coisas simples, como por exemplo: comer cereais com passas e chá, e mesmo assim considerar um jantar (encontro) divertido.

Bom, devo ser sincero e dizer que algumas coisas me irritaram profundamente!

Se eu lesse mais um:

“E-A-G-L-E-S! EAGLES!”

– Eu queimaria o Livro!

O autor usou o futebol americano com tal frequência, que me davam náuseas [Ok, exagerei, mas era irritante]. Ele poderia muito bem desvincular-se desse tema, e fazer com que Pat fosse em outros lugares ou fizesse mais coisas, mas enfim...

Mas afinal, quem é Pat?! Desculpem-me, vou apresentá-lo.

Pat Peoples é um cara que passou muitos anos numa instituição psiquiátrica e não se lembra de como foi parar lá. Mas não importa, ele só sabe de uma coisa: ama Nikki, sua ex-esposa, e seu objetivo de vida, a partir de agora, é reconquistar sua amada.

Sabendo que não foi um bom marido, ele tenta fazer tudo o que ela um dia gostaria que ele tivesse feito. Quando sai da instituição, depara-se com uma mãe emotiva, e um pai que não quer nem olhar em sua cara.

Pat não sabe como lidar com isso, e acha que está sendo um estorvo para todo mundo. Mas o que lhe mata é que ninguém ousa dizer o que aconteceu. Pat se vê de certa forma sozinho e preso em seus pensamentos, e vai tentar por si próprio, relembrar o que aconteceu, já que todos a sua volta são categóricos em se recusar a explicar o que o fez ir para “o lugar ruim”.

Pat passa a maior parte do tempo se exercitando. Ele saiu do lugar ruim determinado a se manter em forma, já que quando estava com Nikki isso não era prioridade.

Ele passa a correr com uma frequência enjoativa! Mas, para quebrar essa rotina, a estranha cunhada de seu irmão aparece sempre no horário em que ele costuma correr, e o acompanha no mais profundo silêncio. Várias vezes!

Antes de correrem juntos, Tiffany (a estranha), chorou abraçada a Pat, já que perdera seu marido num acidente, e está desde então tentando superar isso. Daí nasce uma amizade estranhamente engraçada, emocionante e depressiva.

Pat tenta se livrar de Tiffany (por seu jeito esquisito de ser), mas ela é chatamente insistente em aguardá-lo para as corridas silenciosas. E isso dura algumas semanas, até que Pat recebe uma proposta tentadora de Tiffany, e a partir daí ele passa a viver para essa proposta, pois o que ele mais deseja na vida é acabar com “o tempo separados” entre Nikki e ele.

Pat ,logicamente, concorda em participar do “planinho” de Tiffany, o qual não vou citar aqui para deixá-los curiosos [hehehe].

Os dois se saem muito bem como amigos (aos seus modos, [rsrs], já que são pessoas que de certa forma enxergam o lado bom da vida mesmo tendo sofrido traumas, e ambos têm um objetivo comum: estão em busca de uma felicidade que não parece tão próxima assim).

As partes emocionantes do Livro valem a pena. Às vezes te faz ficar com um sorrisinho no canto da boca, assim como faz você perceber certa “lacrimosidade” nos olhos.

Avalio com a nota: 7,0.

O que não gostei muito?

Bom, como havia citado: o futebol americano toma boa parte das páginas, não que eu não goste, não é isso, mas é que é repetitivo, as palavras são repetitivas. E consequentemente o humor do pai de Pat varia com o placar. Se os Eagles ganham, ele é todo “amor”, mas se perdem, ele torna-se mais rabugento, excedendo o nível de: “chato pra car...!”. Muitos vão me dizer que eu tô errado, isso e aquilo, mas vamos lá, o pai de Pat não poderia arranjar mais alguma coisa pra fazer, ao invés de martirizar sua esposa e seu filho quando seu time de futebol americano perde?

Calma, eu sei, eu sei, é só uma personagem, mas mesmo assim, me irritei. Se o autor desejou isso mesmo, ele tá de parabéns, pois senti o que ele quis passar.

Os mantras de Pat até que são legaizinhos, como por exemplo: “ser mais gentil do que ter razão”, e “Fecho os olhos, murmuro uma única nota e conto silenciosamente até dez, esvaziando minha mente”. Algumas vezes, claro, cheguei a achar que essas frases estavam frequentes demais, mas sinceramente acho que tiveram as vezes certas de aparecer, aliás, Pat não é um cara que possui uma mente saudável. Pra confirmar, ele não pode nem pensar na música “Songbird” do Kenny G que tem acessos de fúria. Porém, dá um dó, porque ele não sabe o motivo de o som ser tão torturante.

Claro, no fim do livro você fica sabendo, e um milagre acontece. Quando Pat se lembra da razão de odiar tanto Songbird de Kenny G, ele se liberta, não tendo mais acessos de fúria quando escuta o nome do artista.

Bom, vale lembrar que as conversas com Cliff, seu novo terapeuta, são bem divertidas, mas depois ficam um pouco enjoativas por causa do bendito Eagles! [Parece que tudo gira em torno dos Eagles, e não do sério problema de Pat, mas ok, vou parar de lamentar].

Devo confessar: eu imaginei como seria o final, e acabei “acertando”. Não que achei óbvio demais, mas é que eu tava mesmo inteirado na obra, e acabei não me surpreendendo muito com algumas revelações. “Acertei” sobre Nikki e as razões pelas quais a família de Pat a difamava. “Acertei” sobre Tiffany. E por incrível que pareça, dei um chute certo sobre o motivo de Pat ter sido internado no lugar ruim. Quase nada foi surpresa, pois submergi na estória como um telespectador nato, e opinei certamente [rsrs].

E sem mais delongas, por favor, quero deixar bem claro que acima de todas as irritações e enjoos [rsrs], eu gostei do Livro, e estou aqui para indicá-lo.

Obs.: não vou assistir ao filme por motivos pessoais, mas quem assistiu falou que é legal, porém, quem já leu e assistiu, disse a mesma coisa de sempre: “Prefiro o Livro”. Eu, como sou bem categórico nessa parte, digo: “Ficarei com as lembranças do Livro, e se bater uma curiosidade beeeem futura, verei o filme”...

E lógico, para fechar a resenha, digo que o final da estória foi perfeito! Não poderia ser mais realista e legal! Adoro finais felizes adaptados à realidade!!!

E todos dizem: “Eeeeehhhh!”...

Sério. Adorei o final, e até me fez esquecer das partes repetitivas e chatas do Livro! Matthew Quick está de parabéns com a estreia, e tomara que continue nos emocionando com mais Livros. [Só de lembrar-me das frases finais do Livro, sinto fisgadas de saudades, pois fazia muito tempo que não lia uma obra com um final tão realista e fiel à nossa vida, pois nem sempre o “viveram felizes para sempre” nos agrada].

E antes de encerrar essa conversa, informo que é escrito em primeira pessoa (Pat narra), é de fácil leitura, alias, ela corre solta! E adorei os nomes dos capítulos, são bem bobos e divertidos, além de serem curtinhos, o que não nos cansam.

Leiam, vocês vão adorar!

Abraços!

E ah, não se esqueçam de sempre optar pelo lado bom da vida!

terça-feira, 5 de março de 2013

DEIXADOS PARA TRÁS - VOL. 2 - COMANDO TRIBULAÇÃO


DEIXADOS PARA TRÁS - Vol. 2 - COMANDO TRIBULAÇÃO

Autores: Tim Lahaye & Jerry B. Jenkins

Comando Tribulação é o segundo volume da série: Deixados Para Trás.

Sendo direto, gostaria de dizer que achei o primeiro mais legal que este.

Bom, como trata-se de uma continuação – falar de séries é sempre complicado – algumas partes ficarão como spoiler, isso é inevitável, mas vou tentar revelar o mínimo possível.

Buck, o jornalista, e Rayford, o piloto de avião e pai de Cloe, são convidados a trabalhar com Carpathia, e estão cada vez mais convencidos de quem se trata esse homem, e do que ele é realmente capaz de fazer.
Um peso paira sobre Rayford, porque Hatie Durham está, aparentemente, apaixonada por Nicolae. E isso é terrivelmente ruim, já que Ray foi o responsável pelos dois se conhecerem!

Bruce Barnes, o pastor da igreja Nova Esperança, aconselha Buck e Ray a pensarem nos novos empregos, dando a entender que os mesmos devem aceitar as propostas do homem bem mais sucedido do mundo.
 Não é mistério nenhum: eles acabam aceitando, pois querendo ou não, podem estar mais próximos de Nicolae e pelo menos podem saber mais sobre suas malignas tramas.

Cloe não faz nada de tão extraordinário, tô tentando lembrar-me de algo que ela fez de muito importante, porém não consigo. Ela fica como coadjuvante neste livro. Não que ela apareça pouco, pelo contrário, ela aparece muito, no entanto, suas aparições fogem do foco: “o bem contra o mal”.

Para quem gosta de viajar em romancezinhos complicados, vai adorar a metade do Livro, pois há uma enrolação enfadonha quanto ao casal: Buck e Cloe! [Romance adolescente-bobo].

Demorei quase um ano para ler este Livro porque me senti desinteressado! [Sorry pela sinceridade!].

“Lembrando que meu objetivo aqui é expor meu ponto de vista, e de forma alguma quero que abandonem a Leitura de algum Livro – e muito menos falar mal da estória”.

Pois bem, “voltando à vaca fria”: Nicolae, como sempre, está conquistando cada vez mais o mundo! Apesar de que muitas pessoas se converteram ao cristianismo por causa dos dois pregadores da palavra de Deus no muro das lamentações.

Se não fosse o finalzinho do Livro, juro que classificaria com nota 3,0 (numa escala de 0 a 10)!
Só que, como veio uma grande surpresa [nem tão grande assim porque de uma forma ou de outra eu já esperava], vou dar nota: 5,0!

Uma pessoa bem conhecida morre! E o Comando Tribulação vai ter que seguir em frente, independente da perda, pois tempos devastadores estão por vir, e a destruição vai começar.

E vale comentar que Rayford terá uma nova companheira. Ou seja, o mini-grupo de seguidores de Deus, conhecedores da verdade, voltará a ser um quarteto.

Espero, de verdade, que o terceiro volume da série seja mais dinâmico, pois, querendo ou não, eu tenho a coleção inteira (de 16 Livros) e não quero nem pensar em ter feito um mal negócio por causa da trama!

Boa leitura a todos!

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

STARTERS

STARTERS

Autora: Lissa Price

Participei de um amigo secreto na internet, através do blog da Emily Swan (Livro Apaixonado) e acabei ganhando o Starters!

A capa já me encantava desde sempre, pois é futurística e bem feita.

Quando li a curta sinopse, meu interesse aumentou, então, covardemente, furei a fila de 500 Livros que ainda esperam ser lidos [tadinhos!].

O começo é um pouco parado, devo dizer que não desistam da aventura, pois há muita coisa ainda para acontecer.

Tudo começa com uma luta pela sobrevivência. Aliás, a frase que marca o Livro é: “Sobreviver é apenas o começo”.

Callie é uma garota de 17 anos, e ao mesmo tempo em que tenta manter-se viva, cuida de seu pequeno irmão: Tyler, que está muito doente. Os dois perderam os pais quando a Guerra dos Esporos estourou. Todos os seres humanos que tinham entre 20 e 60 anos foram “varridos” com essa guerra.

Muito pouco se fala sobre a tal Guerra dos Esporos, no entanto, creio que a autora dê mais ênfase no segundo Livro, mas posso garantir que o assunto principal de Starters não é isso, então, vamos seguindo:
Callie e Tyler têm que viver em prédios abandonados, como mendigos mesmo, num mundo onde se faz o caos por um pão! [Ok, exagerei um pouquinho, mas as condições de sobrevivência são realmente precárias, tanto que, restos de comidas podem ser chamados de “jantar”].

O jovem e amigo Michael também está nessa dura batalha com os irmãos Callie e Tyler, formando um trio que só deseja continuar vivo entre os estranhos Enders (pessoas cujos cabelos são prateados, o que os identificam e os fazem sentirem-se orgulhosos em viver até próximo aos 200 anos, pois sim, com a alta tecnologia foi possível prolongar a vida!).

Preocupada, e muito, com a saúde do irmão, Callie tem que fazer um sacrifício para salvá-lo! E sua única esperança é a Prime Destinations, uma empresa terrivelmente misteriosa e sinistramente impecável, localizada na tão famosa Beverly Hills, fundada por uma “figura” tão sinistra como os serviços oferecidos pela empresa, conhecida como “O Velho”.

Mas o que acontece na Prime?

Lá eles alugam “juventude”! Sim! Eles alugam jovens para que seus corpos sejam alugados por Terminais – idosos que desejam ser jovens novamente!

Callie, desejando muito ter dinheiro e comprar uma casa onde possa abrigá-los dignamente, se vê obrigada a alugar seu corpo, e vai até a Prime. O dinheiro que lhe oferecem por três aluguéis é suficientemente bom para que ela dê o conforto que seu frágil irmão precisa.

Faz parte do procedimento da Prime dar um super “upload” no corpo do adolescente, deixando o aspecto físico impecavelmente perfeito! Pois sim, os adolescentes são produtos, e os produtos têm que ter excelente qualidade.

Callie se espanta quando se vê toda perfeita, e logo já tem uma inquilina esperando-a.

De forma resumida, o Ender que deseja alugar um adolescente, senta numa poltrona hi-tech onde seus impulsos eletromagnéticos são transmitidos a um neurochip que é inserido na parte de trás do pescoço do jovem, fazendo com que o adolescente fique totalmente inconsciente – numa espécie de coma – enquanto o inquilino passa a ter total controle do corpo físico, e aproveitar as habilidades juvenis como bem lhe forem necessárias, com algumas restrições, é claro.

Os dois primeiros aluguéis ocorreram de forma normal. Já no terceiro, uma pane acontece! Callie “retorna” ao controle de seu corpo em plena balada, onde se vê completamente perdida. Quando pensa em voltar à Prime Destinations, uma voz surge, inesperadamente, em sua cabeça, dizendo para ela não se dirigir à Prime, pois lá é muito perigoso. A voz é categórica e desesperada! “Não retorne à Prime!”.

Callie percebe que a voz pertence à sua inquilina, Helena. E antes de ir à empresa informar o que está acontecendo, passa a fingir ser Helena e entender o que está acontecendo.

O legal desta estória é que algumas vezes você não sabe dizer se é Helena vivendo em Callie, ou se é Callie que vive como Helena (que é uma Ender muito rica, cercada pelo luxo)... Suas vidas se unificam num só corpo, alternando de “pessoa” em algumas situações, hora é Callie, hora é Helena.

Conforme os dias vão passando, Callie percebe que corre um sério risco de vida! Descobre que sua inquilina não queria somente voltar a ser jovem, mas tinha um plano em mente! Sendo mais preciso: Helena quer assassinar alguém, e sua lista cresce a cada dia que passa!

Callie vai descobrindo “podres” da Prime e não sabe o que fazer. Não sabe se deve voltar lá, ou se confia em Helena.

Se voltar à Prime, talvez morra por saber demais sobre seus planos diabólicos, e se optar em ajudar Helena, pode se considerar em missão suicida! Em quem confiar? O que fazer? E aí meu amigo, só lendo mesmo para participar dessa aventura!

Confesso que não esperava muito do Livro, mas o enredo vai incorporando suspense conforme Callie vai sabendo como é que o mundo está funcionando. Re-co-men-do!

E devo lhes dizer que demorei a cair na real! De certa forma eu fui comprado pela Prime também, pois esse lance de longevidade, luxo e tecnologia (que eu amo) encobrem o tema principal e seriamente preocupante: TRÁFICO DE PESSOAS! Ou seja, a autora pegou um tema de extrema importância e usou na ficção para disseminar essa realidade aterradora! Dou meus parabéns a Lissa Price por ela enfatizar, de forma inteligente, o quanto o tráfico de pessoas é macabro!

Bom, por causa do início “parado” e do final perturbador (que me deixou completamente confuso) dou nota 7,5 à obra! E GENTE! “O VELHO” É SINISTRO, NÃO É MESMO? CRUZES!

Finalizo dizendo que estou ansiosíssimo para ler a continuação [Enders]! E aproveito para alerta-los: “CUIDADO COM OS ENDERS, ELES DESEJAM MUITO MAIS QUE A SUA JUVENTUDE!”

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

ANGELLORE - A DIVINA CONSPIRAÇÃO

ANGELLORE - A DIVINA CONSPIRAÇÃO

Autora: Gabrielle Venâncio Ruas

Primeiramente devo dizer que fico muito feliz em saber que há jovens escritores brasileiros tão talentosos como a nossa amiga Gabrielle!

Conheci Angellore pela internet, e entrei em contato com a autora, que se mostrou muito simpática logo  de cara [Obrigado!].

Bom, quando adquiri o Livro tive uma bela surpresa: a Qualidade!
Está explícito o bom trabalho da Modo Editora, que levou a sério a imaginação de Gabrielle!

E como não se apaixonar pela capa?! Que criação incrível! Não tem como não admirá-la por minutos antes de lê-lo!

Pois bem, do que fala a obra afinal?

Olívia Giacomelli é uma investigadora muito competente da polícia, e sua especialização está voltada a complexos assassinatos.

Sophie é uma garota que ainda está na vida universitária e que vive com a tia, pois perdera seus pais e seu irmão num terrível acidente de carro ocorrido na virada de ano em 2008. Desde então, ela é perseguida por sombras estranhamente sinistras.

Com a frequência dessas visões, Sophie acaba de certa forma se acostumando, e não fala com ninguém sobre esses seres medonhos. Mas com o passar do tempo, ela se vê obrigada a revelar este segredo, pois as sombras estão cada vez mais próximas dela, ocasionando "danos" a sua volta e intensificando o perigo ao seu redor.

Pois bem, o que é que tem a ver a nossa investigadora com a atormentada Sophie?!
O destino resolve fazer com que elas se cruzem para desvendarem muitos segredos, tanto o passado de Sophie, como alguns crimes que Olívia deixou de resolver por se apegar demais ao real!

Sim, Olívia precisa não só atentar-se aos fatos, mas também acreditar no sobrenatural para poder encerrar seus casos mal resolvidos!

"Elas se veem em meio a uma batalha invisível que desde sempre era travada por seres imortais: os Angellores. Agora, elas estão num terreno obscuro e assustador, e precisarão se arriscar para descobrir a verdade que mudará suas vidas para sempre".

Esta foi a estória sobrenatural mais incrível que eu já li! E confesso, não esperava que viesse de uma autora brasileira, ainda mais sendo jovem!

A narrativa é muito legal e recheada de suspense [coisa que mais me encanta em Livros], e não devo deixar de parabenizar pela inteligência. Os capítulos são divididos conforme os personagens, e todos são em primeira pessoa! Isso mesmo. Num capitulo você acompanha Sophie contanto sobre sua vida e enxergando as sombras com ela, no outro você segue Olivia e seus pensamentos nas investigações, e no outro pode ouvir também Angellores narrando suas investidas! Essa ideia me deixou de queixo caído!

Você vai ficar intrigado com tudo, mas também dará boas risadas com os amigos de Sophie, eles quebram aquele clima sobrenatural e você acaba se identificando com alguns deles.

Mas aviso! Não confie em todos! Alguns só querem se aproximar da pobre Sophie para concluírem uma missão maligna.

Queria contar muito mais sobre este Livro encantador, mas daí um texto de 5 metros de comprimento faria você se cansar, e a última coisa que quero é fazer com que você deixe de ler Angellore!
O que posso fazer agora é deixar alguns trechos para vocês se envolverem mais nessa aventura! [Quero ver!]

Se você acha que está vendo vultos, sombras ou até mesmo sentindo o cheiro de morte, cuidado! Saiba que ceifadores podem estar travando uma guerra mortal bem perto de você! E se por um acaso encontrar alguma pena impecavelmente negra no seu caminho, pare o que está fazendo e acione urgentemente a investigadora Olívia Giacomelli, já que Nicolae estará bastante ocupado protegendo Sophie, não podendo cuidar de sua vida!!!

É um Livro feito para meninos e meninas! E recomendo a todos que curtem um Livro extremamente bem escrito, com toques de humor, romance, suspense e sobrenaturalidade!

[Lemrei-me de "Death Note" algumas vezes, e achei muito legal!].

Estou sem fôlego!
E digo-vos: LEIAM!!!
Deixe um pouco de lado aqueles Livros "super-best-sellers-da-literatura-internacional-do-momento" e encare essa obra incrivelmente interessante!

Roí todas as minhas unhas, e estou ansioso demais para o segundo volume!

Parabéns, novamente, Gabrielle V. Ruas! Seu talento é muito Punk! Hehehe...

Conheçam mais sobre Angellore aqui! Você vai adorar!

Boa leitura, meus caros!

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

FORTALEZA DIGITAL


FORTALEZA DIGITAL

Autor: Dan Brown

Este é o primeiro Livro publicado por Dan Brown, porém, não foi o primeiro que li.

Se você nunca leu nenhuma obra do autor, comece por este, pois é uma história mais "leve" e que te deixa curioso pra caramba! Digo isso porque os outros Livros que vieram depois, são extremamente mais intrigantes! Se você os ler antes de Fortaleza Digital, não dará o valor que o Livro merece, pois sim, é uma boa história, e não gostaria que a classificassem como "fraquinha". Resumindo: comece pelo mais leve, e aí sim você vai aumentando a dose depois.

Vamos ao que interessa!

Susan Fletcher é uma criptóloga muito inteligente e é noiva de David Becker. Ela trabalha na NSA e recebe um chamado urgente do comandante Strathmore. Ao chegar lá se depara com um problema: o supercomputador TRANSLTR estava tentando decodificar um algoritmo há 15 horas, sendo que o mesmo leva minutos para quebrar qualquer código!

Strathmore diz que Ensei Tankado, ex-funcionário da NSA, comunicou a mídia que fizera um algoritmo inquebrável, nomeado Fortaleza Digital, e avisou que pôs na internet. Em tom de ameaça, disse que somente ele, e seu amigo North Dakota (apelido) possuiam a chave para quebrá-lo.

Strathmore, sentindo-se desafiado, baixa o Fortaleza Digital e tenta decodificar o algoritmo com o TRANSLTR.

Chega a informação que Ensei Tankado supostamente sofrera um "ataque cardíaco" e morrera, na Espanha. Strathmore envia David Becker, noivo de Susan, para investigar. Lá ele acaba descobrindo que Ensei tinha um anel, e que fora roubado. Começa aí uma caçada cansativa atrás desse objeto misterioso que pode ajuda-los com o Fortaleza Digital.

David depara-se com várias situações perigosas. Colhendo pista por pista e se descobrindo cada vez mais distante do objeto tão misteriosamente buscado! Você começa a ficar cansado juntamente com os personagens, Dan Brown consegue fazer isso em todos os seus Livros!

Quando David finalmente consegue o anel, é perseguido por homens que o captura! Perdem-se as esperanças! E isso te frustra! Mas calma, tudo tem um motivo!

Enquanto isso, um novo criptógrafo chamado Greg Hale, é acionado para ajudar na quebra do Fortaleza Digital! Este por sua vez, faz com que a atmosfera do lugar mude e se intensifiquem suspeitas!

O clima de suspense aumenta mais ainda quando Susan descobre quem é North Dakota realmente! E um duelo se faz!

Agora preparem-se, a seguir uma revelação bombástica, e o sentido de tanto desespero para acabar com o Fortaleza Digital!!!

O Fortaleza Digital é, nada menos e nada mais que um... Vírus!

Ele faz com que os dados secretos que a NSA possui do governo, sejam exibidos publicamente! Isso mesmo! Todo mundo que tem acesso a um computador, poderia saber tudo sobre o governo, até mesmo os assuntos mais secretos possíveis! Imagine o caos!

Pois bem, a missão agora é saber a senha para desativar o vírus!

Não posso revelar mais nenhuma informação, pois o negócio começa a esquentar mais ainda, e daí vai perder a graça, mas posso garantir que acontecem mais coisas intrigantes, como:

- Revelações amorosas;
- Um suicídio muito estranho;
- Uma morte importante;
- Decepção arrasadora; e
- Uma pista vital para desvendar a senha do Fortaleza Digital.

E aí, se eles conseguem a tempo, é só lendo mesmo!

Os segredos do governo encherão de prazer os hackers do mundo todo?

Uma nova guerra está para se iniciar?

Descubram em Fortaleza Digital!

A nota que dou ao Livro é 8! Pelo cansaço proporcionado nas buscas. Dan Brown consegue te fazer respirar mais rápido, ah sim! Vale lembrar que o Livro não é tão espesso e dá pra terminar em dois ou três dias tranquilamente.

Boa leitura a todos os interessados!